Dr. Caio Yano · CRM/SP 181.350 · RQE 105174 · TEOT 16979
Se você já fez fisioterapia, infiltrações ou procedimentos e a dor continua voltando, o problema pode não estar no tratamento, mas na forma como ele foi conduzido.
Aqui, cada caso é avaliado de forma completa para encontrar a causa da dor e definir um plano de tratamento individualizado.
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Dor recorrente quase nunca é resultado de um único fator.
Na maioria dos casos, ela envolve sobrecarga, compensações musculares, alterações biomecânicas e hábitos do dia a dia que continuam alimentando o problema.
Por isso, tratar apenas o local da dor pode trazer alívio temporário, sem resolver a causa.
Nosso objetivo é identificar o que mantém esse quadro e construir um tratamento que gere resultados consistentes ao longo do tempo.
Entendemos seu histórico, avaliamos exames quando necessário e realizamos uma análise clínica detalhada para identificar a origem da dor.
Com base na avaliação, definimos um plano individualizado, respeitando sua rotina, seus objetivos e as necessidades do seu caso.
O tratamento é ajustado conforme sua evolução para garantir resultados duradouros e reduzir o risco de novas crises.
Ortopedista — Ortopedia e Medicina da Dor
CRM/SP 181.350 | RQE 105174 | TEOT 16979 | TEPOP 865
Cada dor tem um padrão por trás. E cada padrão precisa de um plano individualizado, não apenas de um procedimento pontual.
Se a dor no joelho continua voltando mesmo após tratamento, pode existir uma causa que ainda não foi identificada.
É comum sentir dor ao caminhar, subir escadas, viajar ou permanecer muito tempo em pé.
Pode estar relacionada a artrose, lesão de menisco, tendinite patelar ou sobrecarga da articulação.
Na avaliação, investigamos não apenas o exame, mas também os fatores que mantêm a dor.
A dor melhora, volta e limita sua rotina?
Muitas vezes o episódio é tratado, mas a origem da sobrecarga continua presente.
Pode estar relacionada a hérnia de disco, sobrecarga muscular, alterações articulares ou dor miofascial.
O objetivo é identificar a causa e permitir que você volte a se movimentar com segurança.
Sentir dor ao vestir uma roupa, pentear o cabelo ou colocar o cinto de segurança não é normal.
Esses sinais costumam indicar perda de mobilidade e piora progressiva da função do ombro.
Pode estar relacionada a tendinite, bursite, capsulite adesiva ou lesões do manguito rotador.
Dor ao caminhar, cruzar as pernas, subir escadas ou permanecer sentado por muito tempo.
Pode estar relacionada à artrose, ao impacto femoroacetabular ou às tendinopatias da região glútea.
Quando indicada, a infiltração guiada por ultrassom pode fazer parte do tratamento, mas a decisão depende da causa da dor e da avaliação individual.
Dor ao pisar pela manhã, no calcanhar ou na planta do pé.
Pode limitar caminhadas, exercícios e atividades simples do dia a dia.
Pode estar relacionada a fascite plantar, tendinite de Aquiles ou alterações da pisada.
Dor ao segurar objetos, abrir potes, usar ferramentas ou praticar esportes.
Geralmente está associada à sobrecarga repetitiva.
Pode estar relacionada a epicondilite lateral ou epicondilite medial.
Túnel do carpo e dedo em gatilho
Acorda à noite com a mão dormente?
Percebe perda de força ou dedos travando durante os movimentos?
Pode estar relacionado à síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho ou tendinopatias da mão.
Dor constante, tensão muscular ou formigamento que irradia para os braços.
Pode estar relacionada a cervicalgia, hérnia cervical, sobrecarga muscular ou alterações posturais.
A avaliação considera não apenas a dor, mas também sua rotina e fatores de sobrecarga.
Quando a dor persiste por meses ou anos, ela raramente tem uma única causa.
Por isso, o tratamento precisa de uma abordagem completa e de um acompanhamento contínuo.
O objetivo não é apenas diminuir a dor, mas fazer você voltar a viver com mais qualidade de vida e funcionalidade.
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Sua dor já voltou mais de uma vez, mesmo após tratamento. Você já tentou soluções pontuais, medicação, fisioterapia, procedimento sem resultado duradouro.
Você está disposto a seguir um plano ao longo do tempo, não busca só uma prescrição pontual.
Você busca resolver com uma única consulta e sem retorno. Você procura atendimento via convênio (este consultório é particular).
Não. A artrose é uma condição degenerativa e progressiva.
Isso não significa que não exista tratamento. Com a abordagem adequada, é possível controlar a dor, preservar a função da articulação e retardar a evolução da doença.
O objetivo do tratamento é proporcionar mais qualidade de vida e movimento, e não reverter a artrose.
A infiltração com ácido hialurônico, realizada com auxílio do ultrassom, pode ser indicada em alguns casos de artrose ou desgaste da cartilagem.
O objetivo é melhorar a lubrificação da articulação e reduzir a dor.
Nem todo paciente precisa desse procedimento. A indicação depende da avaliação clínica e do grau de desgaste.
A infiltração pode ser indicada em alguns casos de artrose do quadril e outras doenças articulares.
A decisão depende da avaliação médica, do exame físico e, quando necessário, dos exames de imagem.
Na maioria dos casos, o repouso prolongado não é recomendado e pode até atrasar a recuperação.
O mais comum é orientar uma retomada gradual das atividades, com ajustes de carga e movimento.
A recomendação depende da causa da dor, identificada durante a avaliação.
Na maioria dos casos, não.
Caminhar costuma fazer parte do tratamento, inclusive para pessoas com artrose.
A intensidade e o volume da atividade devem ser definidos de forma individualizada, conforme o grau de desgaste e os sintomas.
Sim. Na grande maioria dos casos, a atividade física é recomendada.
O mais importante é escolher os exercícios adequados e evoluir a carga de forma segura.
O fortalecimento muscular é um dos principais pilares do tratamento da artrose no joelho e no quadril.
Esse sintoma pode estar relacionado à síndrome do túnel do carpo.
Quando o diagnóstico é feito precocemente, o tratamento pode incluir órtese, infiltração guiada e, em alguns casos, cirurgia.
Sim.
Dependendo do estágio da doença, o tratamento pode incluir órtese, infiltração guiada ou cirurgia, quando necessário.
Na maioria dos casos, sim.
Quando diagnosticada e tratada precocemente, a fascite plantar costuma apresentar boa resposta ao tratamento.
O tempo de recuperação varia conforme o tempo de evolução da dor e a adesão ao tratamento.
A terapia por ondas de choque possui boa indicação para epicondilite e fascite plantar, com respaldo científico.
Na dor lombar, a indicação depende da causa identificada e não é indicada para todos os casos.
O tratamento costuma começar pelo controle da dor e evoluir para o fortalecimento da musculatura glútea, etapa importante para reduzir o risco de novas crises.
Em alguns casos, ondas de choque e infiltração guiada também podem fazer parte do tratamento.
Esse tipo de dor pode estar relacionado a diferentes causas, como ciática, tendinite glútea, bursite trocantérica ou síndrome do piriforme.
O padrão da dor e a avaliação clínica ajudam a identificar a origem do problema.
Por isso, cada caso precisa de uma avaliação individualizada, e não de um tratamento genérico.
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Este site tem caráter informativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou tratamento individualizado realizado por profissional habilitado. Os tratamentos citados dependem de avaliação médica e não são indicados para todos os casos. Resultados podem variar conforme diagnóstico, tempo de evolução, condições clínicas, adesão ao tratamento e resposta individual.